quinta-feira, 29 de março de 2012

BLOGANDO...

    Nós, alunos dos 5º anos da escola EMEB Prof° Floriano Camargo de Arruda Brasil, estamos desenvolvendo um projeto envolvendo o blog da nossa escola .
    Como? Nós tiramos fotos, fazemos vídeos, escrevemos e entrevistamos os professores, a diretora, a coordenadora, pais, alunos e todos os funcionários da escola e passamos para o blog.
Trabalhamos o projeto em todas as disciplinas e postamos novidades uma vez por semana.
    O nosso blog é  utilizado  para a divulgação  das atividades que fazemos, assim convidamos a todos que entrem no blog da nossa escola e vejam tudo o que acontece aqui no Floriano.                   
                                                                           
 (Alunos 5º B)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Comemoração das 4ª séries



O ano de 2011 se foi,  e nossas 4ª  séries comemoraram o encerramento do ano  com muita festa.
Estamos felizes e orgulhosos por eles! Parabéns a todos!!

terça-feira, 31 de maio de 2011

CULTURAÇA

DOMINGO DIA 29 DE MAIO
APRESENTAÇÃO DE HIP HOP - PRAÇA DO GUANABARA


PARABÉNS  ÁS CRIANÇAS E AO PROF JOÃO ROBERTO!!!
 VOCÊS  ESTAVAM   MARAVILHOSOS!!!!





"Dançarinos são os poetas do gesto." (George Balanchine)




PREFEITURA NO BAIRRO GUANABARA

Na ultima sexta feira (27/05) recebemos em nossa unidade escolar "EMEB Prof. Floriano Camargo de Arruda Brasil" o evento  Prefeitura no Bairro.
Um  projeto inovador em Araçatuba  que abriu o  diálogo da Administração Municipal com a comunidade:  Estiveram presentes,   todas as secretarias municipais e o DAEA, disponibilizando serviços e informações para a população dos bairros Guanabara, Pedro Perri, Traitu, Esplanda e  Jd do Prado.


Famílias contempladas com o programa Minha Casa Minha Vida , com casas no Residencial  Atlântico
Durante  a  manhã o Senhor Prefeito Municipal, esteve reunido com diretores de escolas municipais da  região e lideranças desta comunidade.



FICAMOS MUITO FELIZES EM ABRIR AS PORTAS DE NOSSA ESCOLA PARA UM EVENTO QUE VEIO PROPICIAR BENEFÍCIOS À COMUNIDADE.
ACREDITAMOS QUE O  DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE COMO UM TODO  SURGE DE PARCERIAS COMO ESTAS.

terça-feira, 24 de maio de 2011

1º EVENTO PREFEITURA NO BAIRRO



Na manhã de hoje 24/05, aconteceu na EMEB PROF FLORIANO CAMARGO DE ARRUDA , um  café da manhã com o Sr.  Prefeito Municipal Cido Sério, Secretários Municipais, Diretoras de Escolas da região e  pais de alunos.  Na ocasião o senhor prefeito veio até a escola  para compartilhar com os pais e comunidade em geral sobre  o 1º Evento Prefeitura no Bairro, que acontecerá no próximo dia 27/05 (sexta –feira) das 8h às 17h nesta unidade escolar.





Neste dia o Sr. Prefeito  terá sua agenda realizada também na EMEB FLORIANO CAMARGO  atendendo à diretores das escolas do bairro,  empresários da região, e participando da rotina escolar das crianças atendidas nesta unidade escolar. 
Este será o primeiro evento desta  grandeza e acreditamos  que a comunidade terá uma grande oportunidade  em solicitar os serviços com a comodidade  de não deslocar até a Prefeitura Municipal.
E no domingo 29/05 a partir das 9h, na praça do bairro Guanabara teremos o Culturaça , com grade  de apresentações, oficinas e exposições diversificadas.


terça-feira, 19 de abril de 2011

BULLYING....

Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até há bem pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de bullying, pode acarretar sérias conseqüências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na auto-estima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias.




Por Diogo Dreyer

Quem nunca foi zoado ou zoou alguém na escola? Risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos como “bola”, “rolha de poço”, “quatro-olhos”. Todo mundo já testemunhou uma dessas “brincadeirinhas” ou foi vítima delas. Mas esse comportamento, considerado normal por muitos pais, alunos e até professores, está longe de ser inocente. Ele é tão comum entre crianças e adolescentes que recebe até um nome especial: bullying. Trata-se de um termo em inglês utilizado para designar a prática de atos agressivos entre estudantes. Traduzido ao pé da letra, seria algo como intimidação. Trocando em miúdos: quem sofre com o bullying é aquele aluno perseguido, humilhado, intimidado.

E isso não deve ser encarado como brincadeira de criança. Especialistas revelam que esse fenômeno, que acontece no mundo todo, pode provocar nas vítimas desde diminuição na auto-estima até o suicídio. “bullying diz respeito a atitudes agressivas, intencionais e repetidas praticadas por um ou mais alunos contra outro. Portanto, não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais. Os estudantes que são alvos de bullying sofrem esse tipo de agressão sistematicamente”, explica o médico Aramis Lopes Neto, coordenador do primeiro estudo feito no Brasil a respeito desse assunto — “Diga não ao bullying: Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes”, realizado pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). Segundo Aramis, “para os alvos de bullying, as conseqüências podem ser depressão, angústia, baixa auto-estima, estresse, absentismo ou evasão escolar, atitudes de autoflagelação e suicídio, enquanto os autores dessa prática podem adotar comportamentos de risco, atitudes delinqüentes ou criminosas e acabar tornando-se adultos violentos”.

A pesquisa da Abrapia, que foi realizada com alunos de escolas de Ensino Fundamental do Rio de Janeiro, apresenta dados como o número de crianças e adolescentes que já foram vítimas de alguma modalidade de bullying, que inclui, além das condutas descritas anteriormente, discriminação, difamação e isolamento. O objetivo do estudo é ensinar e debater com professores, pais e alunos formas de evitar que essas situações aconteçam. “A pesquisa que realizamos revela que 40,5% dos 5.870 alunos entrevistados estão diretamente envolvidos nesse tipo de violência, como autores ou vítimas dele”, explica Aramis.

A denominação dessa prática como bullying, talvez até por ser um termo estrangeiro, ainda causa certa polêmica entre estudiosos do assunto. Para a socióloga e vice-coordenadora do Observatório de Violências nas Escolas — Brasil, Miriam Abramovay, a prática do bullying não é o que existe no país. “O que temos aqui é a violência escolar. Se nós substituirmos a questão da violência na escola apenas pela palavra bullying, que trata apenas de intimidação, estaremos importando um termo e esvaziando uma discussão de dois anos sobre a violência nas escolas”, opina a coordenadora.

Mas, tenha o nome que tiver, não é difícil encontrar exemplos de casos em que esse tipo de violência tenha acarretado conseqüências graves no Brasil.

Em janeiro de 2003, Edimar Aparecido Freitas, de 18 anos, invadiu a escola onde havia estudado, no município de Taiúva, em São Paulo, com um revólver na mão. Ele feriu gravemente cinco alunos e, em seguida, matou-se. Obeso na infância e adolescência, ele era motivo de piada entre os colegas.

Na Bahia, em fevereiro de 2004, um adolescente de 17 anos, armado com um revólver, matou um colega e a secretária da escola de informática onde estudou. O adolescente foi preso. O delegado que investigou o caso disse que o menino sofria algumas brincadeiras que ocasionavam certo rebaixamento de sua personalidade.

Vale lembrar que os episódios que terminam em homicídio ou suicídio são raros e que não são poucas as vítimas do bullying que, por medo ou vergonha, sofrem em silêncio.

Além de haver alguns casos com desfechos trágicos, como os citados, esse tipo de prática também está preocupando por atingir faixas etárias cada vez mais baixas, como crianças dos primeiros anos da escolarização. Dados recentes mostram sua disseminação por todas as classes sociais e apontam uma tendência para o aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade dos alunos. “Diversos trabalhos internacionais têm demonstrado que a prática de bullying pode ocorrer a partir dos 3 anos de idade, quando a intencionalidade desses atos já pode ser observada”, afirma o coordenador da Abrapia.